quarta-feira, 30 de junho de 2010

10 Maiores Artilheiros do Fogão



O Botafogo possui em sua longa historia Grandes craques, confira os 10 + e suas historia

1º Quarentinha - 310 Gols
Waldir Cardoso Lebrêgo, o Quarentinha (Belém do Pará, 15 de setembro de 1933— Rio de Janeiro, 11 de fevereiro de 1996), foi um futebolista brasileiro. Campeão pelo Botafogo em 1957/1961/1962 (Carioca), do Roberto Gomes Pedrosa (Campeão Brasileiro: 1962 e 1964) e o Intercontinental de Clubes (1963). Quadrangular Internacional do Rio de Janeiro: 1954, Torneio João Teixeira de Carvalho: 1958, Pentagonal Interclubes do México: 1958, Torneio Internacional de Clubes da Colômbia: 1960, Pentagonal Interclubes do México: 1962, Torneio Jubileu de Ouro da Bolívia: 1964, Quadrangular Interclubes de Buenos Aires (Argentina): 1964, Torneio do Suriname: 1964
Carreira
Filho do também jogador e ídolo do Paysandu, Luís Gonzaga Lebrego o Quarenta , Quarentinha iniciou a carreira no clube do pai e com 16 anos já era titular do time. Após passagem pelo Vitória onde também foi campeão e goleador, é contratado pelo Botafogo. Lá tornou-se o maior artilheiro da história do clube, com 310 gols em 444 jogos. Ainda assim, para Quarentinha isso não era motivos para comemorações. O ponta-de-lança, com potente perna esquerda, nunca fazia festa para seus gols, o que irritava a torcida botafoguense. Dizia que não havia razão para festejos, pois ele estava apenas cumprindo com a obrigação, já que era pago pra isso.
Jogando ao lado de Didi e Garrincha, fez história e foi o artilheiro do Campeonato Carioca por três edições seguidas: 1958/59/60. Pela seleção brasileira marcou 17 gols em 17 jogos. Morreu de insufiência cardíaca aos 62 anos.

2º Carvalho Leite - 273 Gols

Carlos Antônio Dobbert de Carvalho Leite, mais conhecido por Carvalho Leite, (Niterói, 26 de maio de 1912 — Rio de Janeiro, 19 de julho de 2004) foi um futebolista brasileiro, campeão carioca em 1930, 1932, 1933, 1934 e 1935, campeão do Torneio Interestadual de 1931, todos pelo Botafogo.
Biografia
Carvalho Leite era um atacante trombador e artilheiro. Durante os doze anos de sua carreira, somente atuou pelo Botafogo Football Club. Tinha presença de área marcante. De todos os títulos cariocas conquistados pelo Botafogo, cinco tiveram a participação de Carvalho Leite. A simples lembrança das conquistas de 1930, 1932, 1933, 1934 e 1935, quando o Botafogo conquistou o tetracampeonato carioca (único na história do campeonato) e também dos Torneios Início de 1934 e 1938, mostra a importância do ídolo botafoguense.
Não se intimidava, nem na juventude, com a responsabilidade de vestir a camisa 9 do Botafogo. No Campeonato Carioca de 1930, aos 18 anos, foi o jogador que mais atuou na campanha do título carioca (vinte vezes), transformando-se no artilheiro da equipe, com catorze gols. Tornou-se, durante anos o maior artilheiro do Botafogo. Fez 273 gols em 326 jogos com a camisa alvinegra e só foi superado vários anos depois de abandonar os campos por Quarentinha, que marcou 313 gols pelo clube.
Pela Seleção Brasileira de Futebol marcou 15 gols em 25 jogos, além de ter disputado as Copas do Mundo de 1930 e 1934.
Mas Carvalho Leite teve sua carreira interrompida rapidamente. Sofreu uma contusão, em maio de 1941 contra o Bonsucesso, que o tirou para sempre dos gramados. Aos 29 anos, um dos maiores artilheiros que o Alvinegro teve em toda sua história, parou de jogar futebol.
Na década de 1940, Carvalho Leite tornou-se médico do Botafogo. Também chegou a ser o treinador da equipe em quatro oportunidades.

3º Garrincha - 245 Gols

Manuel Francisco dos Santos, o Mané Garrincha ou simplesmente Garrincha (Magé, 28 de outubro de 1933 — Rio de Janeiro, 20 de janeiro de 1983), foi um grande futebolista brasileiro que se notabilizou por seus dribles desconcertantes apesar do fato de ter suas pernas tortas. É considerado um dos maiores jogadores da história do futebol de todos os tempos. No auge de sua carreira, passou a assinar Manuel Francisco dos Santos, em homenagem a um tio homônimo, que muito o ajudou. Garrincha também é amplamente considerado como o maior driblador da história do futebol.
Garrincha, "O Anjo de Pernas Tortas" , foi um dos heróis da conquista da Copa do Mundo de 1958 e, principalmente, da Copa do Mundo de 1962 quando, após a contusão de Pelé, se tornou o principal jogador do time brasileiro. Com Garrincha e Pelé jogando juntos, a Seleção jamais perdeu uma partida sequer.
Na maior parte de sua carreira Garrincha defendeu o Botafogo (no período de 1953-1965) e a Seleção Brasileira (de 1957-1966). Jogou alguns meses no Sport Club Corinthians Paulista (1966) e no Clube de Regatas do Flamengo (1969), porém já estava longe de seu auge. Jogou por pouco tempo no Olaria (1972). Teve uma partida disputada pelo Vasco, em um amistoso contra a seleção da cidade de Cordeiro (RJ), marcando um gol nesta partida. Sua contratação não foi fechada pela equipe cruzmaltina devido a sua má condição física e foi devolvido ao Sport Club Corinthians Paulista após o supracitado amistoso.
Jogou sessenta partidas pelo Brasil entre 1955 e 1966. Em todos os seus jogos, participou de apenas uma derrota (de 3 a 1 para a Hungria na Copa de 66). Com Garrincha e Pelé jogando ao mesmo tempo, o Brasil nunca perdeu.
Mesmo na Seleção Brasileira, Garrincha nunca abandonou sua forma irreverente de jogar. Voltava a driblar o jogador oponente, no mesmo lance, ainda que desnecessariamente, só pela brincadeira em si.
Nos clubes, jogou 614 vezes, marcando 245 gols pelo Botafogo. Também atuou pelo Corinthians, Flamengo e o Olaria no Brasil, e pelo Atlético Junior da Colômbia. Sua carreira profissional se prolongou de 1953 a 1972.
Garrincha faleceu em 20 de janeiro de 1983 vítima de cirrose do fígado. Em seu epitáfio lê-se "Aqui jaz em paz aquele que foi a Alegria do Povo – Mané Garrincha."
Pelo Botafogo (Rio de Janeiro)
Partidas: 614
Gols marcados: 245
Partida de estréia: Botafogo 6 – 3 Bonsucesso (19 de julho de 1953)
Primeiro gol: Marcado na partida acima.
Última partida: Botafogo 2 – 1 Portuguesa do Rio (16 de setembro de 1965)
Último gol: Botafogo 1 – 0 Flamengo (22 de agosto de 1965)

4º Heleno de Freitas - 209 Gols

Ele é considerado o primeiro "craque problema" do futebol brasileiro.
Advogado, boêmio, catimbeiro, boa vida, arrogante, galã, mas um homem nervoso, quase intratável. Depois de onze anos jogando futebol, Heleno de Freitas entrou para a história como um dos maiores craques do futebol sul-americano.
O jogador
Dono de um gênio intempestivo, que muitas vezes o fazia ser expulso de campo e lhe trazia muitos inimigos, Heleno de Freitas, apelidado do "Gilda" por seus amigos do Clube dos Cafajestes e pela torcida do Fluminense, por seu temperamento e por este ser o nome de uma personagem da atriz estadunidense Rita Hayworth em filme de mesmo nome, foi o símbolo de um Botafogo guerreiro, que nunca se dava por vencido.
Descoberto por Neném Prancha no time do Botafogo de praia, Heleno, que iniciou a carreira no Fluminense Football Club, chegou ao time principal do Botafogo em 1937, com a responsabilidade de substituir o ídolo Carvalho Leite (goleador do tetracampeonato estadual, de 1932 a 35) e não decepcionou a torcida, com grande habilidade e excelente cabeceio.
Dono de uma postura elegante dentro e fora de campo, o jogador de cerca de 1,82 metros foi o maior ídolo alvinegro antes de Garrincha, mesmo sem nunca ter sido campeão pelo clube. Marcou sua passagem pelo Glorioso com 209 gols em 235 partidas, tornando-se o quarto maior artilheiro da história do clube. Deixou General Severiano em 1948, quando foi vendido ao Boca Juniors, da Argentina, na maior transação do futebol brasileiro até então.
Ainda atuou pelo Vasco, onde foi campeão carioca de 1949 com o Expresso da Vitória, pelo Atlético Junior de Barranquilla (da Liga Pirata da Colômbia), pelo Santos e pelo América, onde encerrou a carreira,porém tendo jogado apenas uma partida pelo clube de Campos Sales,sua unica no estádio do Maracanã,sendo expulso aos 35 minutos do primeiro tempo,após acertar um carrinho violento em um zagueiro adversário. Ainda tentou, depois, voltar aos campos pelo Flamengo por indicação de Kanela, mas se desentendeu com os jogadores do rubro-negro num jogo-teste e não foi aceito.
Fez 18 partidas pela Seleção Brasileira de Futebol marcando quinze gols.
Heleno, o craque, o artista da bola, o mito do futebol, o artista das multidões, o craque galã, o diamante branco, a elegância do futebol, são adjetivos, que perfeitamente se enquadram a figura ímpar de um gênio Chamado Heleno e alguns desses fazem parte do somatório de homenagens, que ao decorrer dos anos serviram também como meio de imortalizar o grande ídolo. Foi com a bola nos pés, levando a torcida ao delírio que Heleno deixou a marca de sua genialidade, se tornando uma das mais ricas histórias do futebol brasileiro.Seu futebol encantou o mundo e lhe rendeu fantásticas expressões e frases de grande efeito, como a que se encontra na estátua em sua homenagem em Barranquilla na Colômbia "EL JOGADOR".

5º Jairzinho - 189 Gols

Um dos heróis da Copa de 70, ocasião em que o Brasil conquistou em definitivo a Taça Jules Rimet ao sagrar-se tricampeão. Peça fundamental desta conquista, ganhou o apelido de Furacão da Copa tendo marcado gols em todas as partidas, feito inédito até então.
Ponta-de-lança no Botafogo, usava a camisa 7 quando defendia a Seleção Brasileira pela qual jogou 107 partidas (87 oficiais) e marcou 44 gols. Também participou das copas de 1966 e 1974
Começa em 1958 como gandula em General Severiano. Em 1961, foi campeão pela primeira vez, jogando no juvenil do Botafogo . Foi tricampeão na categoria em 61, 62 e 63. Assumiu a posição de titular em 63 no Campeonato Carioca e três anos depois disputava sua primeira Copa do Mundo. Fez três gols no histórico jogo em que o Botafogo fez 6 x 0 no Flamengo em 1972, no aniversário do próprio. Ficou no Botafogo até 1974, quando foi vendido para o Olympique de Marselha.
Voltou ao futebol brasileiro no ano seguinte e foi campeão da Libertadores em 1976 pelo Cruzeiro.
Em 1981, já em final de carreira, retornou ao Botafogo .
Em 2006, foi homenageado pelo Botafogo com o lançamento de uma camisa comemorativa com sua assinatura em dourado, seu nome e o número 7 as costas.
Pelo Botafogo Marcou 189 gols.

Titulos Pelo Botafogo
Taça Brasil: 1968;
Torneio Rio-São Paulo: 1964 e 1966;
Taça Guanabara: 1967 e 1968;
Campeonato Carioca: 1967 e 1968;
Campeão Carioca de Juvenis: 1961, 1962 e 1963;
Torneio Governador Magalhães Pinto: 1964;
Torneio Jubileu de Ouro da Associação de Futebol de La Paz: 1964;
Quadrangular Interclubes de Buenos Aires: 1964;
Torneio Quadrangular do Suriname: 1964;
Taça Círculo de Periódicos Esportivos: 1966;
Taça Carranza de Buenos Aires: 1966;
Hexagonal do México: 1968

6º Nilo Murtinho - 185 Gols

Iniciou sua carreira no infantil do Fluminense Football Club, em 1916, e foi vencedor do certame. Em 1919 foi para seu clube de coração, Nilo, por ser botafoguense, estreou pelo time principal do Botafogo no dia 7 de dezembro de 1919 (Botafogo 2 x 0 Bangu). Em 1922, por causa de desentendimentos, resolveu tomar uma atitude inusitada: transferiu-se para o Sport Club Brasil da Série B da 1ª Divisão do Campeonato Carioca porque não gostaria de enfrentar seu clube do coração. Contudo, voltou ao "Glorioso" em 1923, permanecendo até agosto, do mesmo ano. Foi o jogador que mais fez gols pelo Botafogo na competição estadual de 1923. No período de 14 de agosto a dezembro de 1923, atuou pelo S. C. Brasil, novamente,
Em 1924 com a saída de seu tio (Oldemar Amaral Murtinho) do Botafogo, ingressou no Fluminense por três anos. Nesse período foi campeão e artilheiro do Carioca de 1924.
Retornou ao Botafogo em 1927. Nesse mesmo ano, marcou trinta dos sessenta e sete gols da equipe no Campeonato Carioca, sagrando-se assim artilheiro do torneiro pela segunda vez. Nesse mesmo torneio fez quatro dos nove gols do Botafogo na goleado de 9 a 2 sobre o Flamengo (a maior goleada em clássicos entre os dois times).
Nilo fez parte de uma das melhores equipes que já vestiram a camisa do Botafogo, a equipe do início da década de 1930. Esta equipe foi campeã carioca em 1930 e, quatro vezes seguidas, de 1932 a 1935. Na campanha do tetra fez sessenta e nove gols nos quatro torneios, sendo o artilheiro do clube em 1933 e 1934 e também o absoluto da competição de 1933, fazendo dezenove gols.
Disputou a primeira Copa do Mundo de Futebol no Uruguai em 1930. A Seleção Brasileira naquela ocasião disputou apenas duas partidas, e Nilo jogou um, contra a Iugoslávia. No total pelo Brasil atuou em 19 partidas, marcando gol por 11 vezes (de acordo com o diário brasileiro Lance!).
Além disso, defendeu também Seleção Carioca, sendo campeão brasileiro por cinco vezes.
Encerrou sua carreira em 16 de Maio de 1938 num empate em 2 a 2 contra o Olaria. Pode-se contabilizar em sua carreira pelo Botafogo 185 gols em 201 jogos, o que o torna, hoje sexto maior artilheiro da história do clube.

7º Octavio de Moraes - 171 Gols

Octávio Sérgio da Costa Moraes, mais conhecido por Octávio Moraes, (Belém, 9 de julho de 1923 - Rio de Janeiro, 19 de outubro de 2009.
Como jogador de futebol, Octávio Moraes foi atacante do Botafogo de Futebol e Regatas. Jogou ao lado de Heleno de Freitas, Sílvio Pirilo, Paraguaio entre outros. Ajudou o clube, com seus gols, a conquistar seu primeiro título após a fusão: o Campeonato Carioca de Futebol de 1948, onde foi artilheiro máximo naquele ano. O jogador chegou também a Seleção Brasileira de Futebol em 1949. Pelo Brasil, fez 4 jogos, enquanto era jogador do Botafogo, e marcou 1 gol.
Octávio Moraes é considerado por muitos um dos criadores do futevôlei nas praias cariocas. Sua mãe Eneida de Moraes foi uma grande escritora e pioneira como cronista no Rio de Janeiro. Otávio Moraes foi também presidente da AGAP, Associação de Garantia ao Atleta Profissional durante um triste momento da história do futebol do Brasil, a morte de Garrincha. Anos depois, Octávio Moraes tornou-se colunista no Jornal do Brasil.
Octávio Moraes morreu aos 86 anos, em 19 de outubro de 2009.
Octavio marcou 171 pelo Botafogo.

8º Tulio Maravilha - 159 Gols

Túlio Humberto Pereira Costa (Goiânia, 2 de junho de 1969), mais conhecido como Túlio Maravilha, é um futebolista brasileiro. Conhecido pelos seus inúmeros gols, artilharias, recordes, entre outros fatos marcantes em sua carreira. Joga futebol desde 1987.
O fato mais relevante em sua carreira é a passagem pelo Botafogo: duas vezes artilheiro do Brasileirão, do Carioca além da conquista do primeiro em 1995. A sua imagem com o clube é eternamente lembrada. Talvez pelas suas artilharias consecutivas acima citadas, ou a conquista do Brasileirão de 1995, título até hoje inédito para o clube.
No auge de sua carreira no Botafogo e na Seleção Brasileira foi vendido para o Corinthians, onde sofreu o declínio, e em 1996, ano das Olimpíadas, em razão de o regulamento dizer que a idade máxima permitida dos jogadores é de 23 anos, Túlio não foi convocado pela Seleção Brasileira. Atualmente, Túlio é o maior artilheiro do mundo em atividade no futebol.
Gols Pelo Botafogo: 159
Titulos:
Torneio Internacional Triangular Eduardo Paes: 1994.
Torneio da Capital da Copa Rio 1995.
Campeonato Brasileiro: 1995.
Troféu Teresa Herrera: 1996.
Taça Cidade Maravilhosa: 1996.
III Torneio Presidente da Rússia: 1996.
Copa Rio-Brasília: 1996.
Copa Nippon Ham: 1996.
Torneio Rio-São Paulo: 1998.

9º Roberto Miranda - 154 Gols

Atuou pelo Botafogo de 1962 a 1972, pelo Flamengo entre 1971 e pelo Corinthians de 1973 a 1976. Raçudo, chegou a quebrar costela, braço, clavícula e queixo e ainda rompeu o tendão de Aquiles. Tinha fama de "não fugir do pau", que cresceu quando, logo depois de marcar o gol de empate em uma partida contra o Vasco, tomou um tapa do zagueiro Fontana e revidou, o que gerou uma enorme briga e causou a expulsão de ambos.
No Corinthians, aonde chegou trocado pelo lateral Miranda, jogou pouco, por causa de diversas contusões. Uma operação no joelho direito acabou por fazê-lo encerrar prematuramente a carreira, ainda no Corinthians
Apelidado de Vendaval pela maneira como passava pelas defesas adversárias, Roberto Miranda é o nono maior artilheiro da história do Botafogo, com 154 gols em 352 jogos. Foi ainda o artilheiro do Campeonato Carioca de 1968.Pela Seleção Brasileira, fez 18 partidas oficiais e marcou nove gols. Também atuou em dois jogos não oficiais, ambos em 1970, e marcou um gol.
Em sua carreira de jogador conquistou diversos títulos, como os Campeonatos Cariocas de 1962, 1967 e 1968 e os Torneios Rio-São Paulo de 1964 e 1966), Campeão Brasileiro:: 1964 e 1966, Taça Brasil: 1968, Tri-campeão da Copa do Mundo de Clubes (1967,1968 e 1970), Campeão do torneio de Carranza da Argentina: 1966 e do troféu Jornalista de Caracas: 1966 todos pelo Botafogo, e a Copa do Mundo de 1970, pela Seleção Brasileira — a maior emoção de sua vida. Na campanha do Tri, ficou na reserva de Tostão, mas entrou em campo contra Inglaterra e Peru, na primeira partida substituindo Tostão e, na segunda, Jairzinho.

10º Dino Costa - 136 Gols

Dino da Costa foi revelado pelo Botafogo de Futebol e Regatas no ano de 1948. No alvinegro carioca, atuou ao lado de craques como Nílton Santos e Garrincha. Após uma excursão do Botafogo pela Europa, Dino da Costa foi vendido, junto com Luís Vinício, em 1955, para a Roma. Estreou pelo time italiano em 18 de Setembro de 1955, numa partida contra o Vicenza, e logo em sua primeira atuação marcou um gol.
Dino da Costa foi o artilheiro do Campeonato Italiano na temporada 1956/57 ao marcar 22 gols. Ficou no clube da capital italiana até a temporada 1961-62, tendo, porém, jogado pela ACF Fiorentina na temporada 1960-1961. Atuou ainda por Atalanta, Juventus, Hellas Verona e Ascoli, onde encerrou a carreira ao final da temporada 1967-68.
No total na Série A da Itália fez 108 gols em 282 jogos. Pela Roma, o clube em que mais fez sucesso na Itália, somando-se Série A e outras competições, fez 163 partidas e 82 gols.
Jogou uma partida pela Seleção Italiana de Futebol, contra a Irlanda do Norte no dia 15 de Janeiro de 1958. A Itália perdeu o jogo por 2 a 1, mas o gol da Azzurra foi marcado por Dino da Costa. O jogo era válido pelas eliminatórias para a Copa do Mundo de 1958 e era uma decisão entre as duas seleções por uma vaga no mundial da Suécia. Curiosamente, Da Costa formou o trio de ataque italiano com outros dois sul-americanos, a dupla uruguaia que virou o jogo e deu o título para a Celeste na Copa do Mundo de 1950 sobre seu país: Alcides Ghiggia, seu colega de Roma, e Juan Alberto Schiaffino.
A Itália tinha a vantagem do empate, mas em meia hora sofreu dois gols. Da Costa marcou a onze minutos do fim, mas a reação foi interrompida logo em seguida, pois Ghiggia foi expulso. Os britânicos, que jogavam em casa, souberam manter o resultado e se classificaram. Foi a última vez que a Itália ficou de fora de uma Copa. Apesar de ter se salvado em meio à decepção, Da Costa não jogou mais pela Seleção Italiana. Pelo Botafogo marcou 136 Gols.

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